07/12/17

10 Anos em 10 Dias

O palhaço habita o universo do erro. Ele é, por si só, um ser “errado” na sociedade, algo fora do padrão, fora do esquadro, fora da caixa. É uma lembrança para todos nós de que padrão, esquadro e sociedade podem ser diferentes, diversos, imperfeitos. E, assim, inovadores, irrequietos, enriquecidos pela diversidade de ideias, de jeitos, de pensamentos, de formas, de tudo. Habitar esse universo dá uma baita liberdade. Em todos os sentidos, e também em um específico: nunca um trabalho “dá errado”! Não tem “dar errado”! Tudo serve, tudo é aproveitado, tudo é transformado por um olhar que vê, no erro, apenas a possibilidade de fazer diferente. Dentro e fora de cena, aprendemos a lidar com esse universo. Por exemplo, uma vez chegamos na Scania, nosso cliente há sete anos, e a Nina esqueceu – só – a camisa vermelha da Consuelo. Pânico total, a distância de casa de mais de uma hora, nenhuma outra camisa como opção, e agora? Pois a solução foi a seguinte: usar a roupa de cima da Solenta!!! E a Solenta entrou só com a blusa vermelha e a saia… Pena que não tiramos foto… Da outra vez, foi a Momô quem chegou – só – sem o nariz para apresentarmos o prêmio de Inovação da Siemens, ai meu Deus! Mais de duas horas de São Paulo, sem uma cidade por perto… Decidimos pintar o nariz (o nosso) de vermelho e seguir em frente! E isso tudo foi acontecer justo com nossos clientes suecos e alemães, só para provar que mesmo no universo em que tudo é bem calculado, tem sempre espaço para a improvisação.
#pop10anos

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