Quem somos

Nina e Mônica

Palhaços a serviço das Pessoas

Nina e Mônica foram apresentadas por amigos que apostaram que esse encontro ia dar samba. Pois é, deu samba, frevo e maracatu. Muito diferentes entre si, pode-se quase dizer que uma é o reverso da outra. Uma é bem objetiva a outra um tanto confusa. Uma desabrocha no verão a outra aguarda ansiosamente a chegada do inverno.  Uma se delicia com uma boa porção de batata-frita e a outra se acaba com um ramalhete de brócolis. O que as une? Além, é claro, da linguagem do palhaço, pode-se dizer que são suas orientações de vida. Acreditam que o homem pode se tornar humano (e as mulheres humanas), e fundamentalmente buscam a prática da ética nas relações.

Na criação é uma verdadeira combustão, sem comprometimento à camada de ozônio. Uma é fogo, a outra é ar e, como sabemos, para o fogo, o ar é um alimento. Se conhecem há poucos anos mas já parece uma vida inteira. Exercitam diariamente a complementaridade dos opostos. Uma autêntica ode à diversidade, um brinde à singularidade.

Consuelo e Solenta

Consuelo começou a palhaçar por acaso, sob a divertida orientação de Márcio Ballas, em 2003. Foram dois anos brincando e dois brincando mais profundamente. Aí decidiu levar a coisa a sério mesmo, estudando também com o Ésio Magalhães, do Barracão Teatro de Campinas por bastante tempo; com o trio de feras Silvia Leblon, Bete Dorgan e Cristiane Paoli Quito e com o Ricardo Puccetti do LUME por um pouquinho de tempo; e com professores estrangeiros que passaram por São Paulo, como o Pablo Pundik da Espanha, a Hillary Chaplain dos EUA, o Jesús Díaz, do México (que, na verdade, estava de passagem pelo Rio de Janeiro), o Shawn Kinley do Canadá e o Leo Bassi, da Itália. Em 2009, estudou seis meses na Europa com Mick Barnfather e Fraser Hooper (Inglaterra), John Beale (Canadá), Sandra Munhoz (Brasil/Espanha) e Philippe Gaulier (França). Seus professores mais recentes foram a Juliana Jardim e Avner, o Excêntrico.

Marina Campos

Marina Campos, a Nina, é formada em Marketing e Comunicação Social pela ESPM. Trabalhou 14 anos na área de planejamento estratégico em agências como Loducca, Lew’Lara e Lowe, agência da qual foi também Diretora Geral. Foi articulista do jornal Meio & Mensagem e uma das fundadoras do Grupo de Planejamento. Trabalhou três anos como consultora na área de sustentabilidade, quando realizou projetos para Bradesco, Coca-Cola e Vipal, enquanto gestava uma ideia inovadora: a POP – Palhaços a Serviço das Pessoas, criada em parceria com a Mônica.

Consuelo

Consuelo começou a palhaçar por acaso, sob a divertida orientação de Márcio Ballas, em 2003. Foram dois anos brincando e dois brincando mais profundamente. Aí decidiu levar a coisa a sério mesmo, estudando também com o Ésio Magalhães, do Barracão Teatro de Campinas por bastante tempo; com o trio de feras Silvia Leblon, Bete Dorgan e Cristiane Paoli Quito e com o Ricardo Puccetti do LUME por um pouquinho de tempo; e com professores estrangeiros que passaram por São Paulo, como o Pablo Pundik da Espanha, a Hillary Chaplain dos EUA, o Jesús Díaz, do México (que, na verdade, estava de passagem pelo Rio de Janeiro), o Shawn Kinley do Canadá e o Leo Bassi, da Itália. Em 2009, estudou seis meses na Europa com Mick Barnfather e Fraser Hooper (Inglaterra), John Beale (Canadá), Sandra Munhoz (Brasil/Espanha) e Philippe Gaulier (França). Seus professores mais recentes foram a Juliana Jardim e Avner, o Excêntrico.

O Lado B da Consuelo

Marina Campos

Marina Campos, a Nina, é formada em Marketing e Comunicação Social pela ESPM. Trabalhou 14 anos na área de planejamento estratégico em agências como Loducca, Lew’Lara e Lowe, agência da qual foi também Diretora Geral. Foi articulista do jornal Meio & Mensagem e uma das fundadoras do Grupo de Planejamento. Trabalhou três anos como consultora na área de sustentabilidade, quando realizou projetos para Bradesco, Coca-Cola e Vipal, enquanto gestava uma ideia inovadora: a POP – Palhaços a Serviço das Pessoas, criada em parceria com a Mônica.

Solenta nasceu oficialmente em 1995 pelas mãos de Ricardo Puccetti e Carlos Simioni (Lume Unicamp). Por cinco anos não abriu a boca, hoje é difícil fazê-la fechar. Na ânsia por ser uma palhaça melhor, buscou mestres e mestras que pudessem orienta-la. E assim, teve desde rapidíssimos encontros: Cristiane Paoli Quito, Angela de Castro,  Hilary Chaplain, Aziz Gual, Mosh Cohen… passando por encontros que desejaria mais duradouro, como com seu ídolo número um, Tortell Poltrona, chegando até a namoros mais prolongados com Silvia Leblon e Juliana Jardim. Por fim, depois de ter passado pelos olhos de tão experientes mestres confirmou aquilo que suspeitava: para completar sua formação, além de toda essa gente boa aí de cima, quem mais contribui para que ela fosse melhor é você que está lendo, são as pessoas com as quais ela teve a sorte de partilhar momentos incríveis e grandes descobertas.

Mônica Malheiros

Formada em Psicologia pela UNESP-Assis, sempre acreditou  na arte e no humor como facilitadores nos processos de aprendizagem. Trabalha desde os 5 anos de idade. Alimentava galinhas na granja de seu pai, vendia pintinhos, patinhos e alface, dava aulas de reforço escolar, pintava camisetas, fazia chinelos de crochê, bordava alpargatas, foi garçonete, assistente de fotografia e vendeu assinatura de revistas. Quando virou gente grande e teve que sobreviver com mais que poucos trocados, trabalhou como atriz, diretora de teatro e arte educadora. Até concurso público está na sua lista de realizações, trabalhou por três anos como produtora cultural no Memorial da América Latina (os piores anos de sua vida). Há vinte anos descobriu sua vocação principal, ser palhaça. A partir daí não parou mais de acreditar no seu sonho de um mundo cada vez melhor. Desde 2007 se juntou à Nina na PoP e juntas desandaram a criar inúmeras formas de propiciar às pessoas experiências e práticas que as levem além.

Solenta

Solenta nasceu oficialmente em 1995 pelas mãos de Ricardo Puccetti e Carlos Simioni (Lume Unicamp). Por cinco anos não abriu a boca, hoje é difícil fazê-la fechar. Na ânsia por ser uma palhaça melhor, buscou mestres e mestras que pudessem orienta-la. E assim, teve desde rapidíssimos encontros: Cristiane Paoli Quito, Angela de Castro,  Hilary Chaplain, Aziz Gual, Mosh Cohen… passando por encontros que desejaria mais duradouro, como com seu ídolo número um, Tortell Poltrona, chegando até a namoros mais prolongados com Silvia Leblon e Juliana Jardim. Por fim, depois de ter passado pelos olhos de tão experientes mestres confirmou aquilo que suspeitava: para completar sua formação, além de toda essa gente boa aí de cima, quem mais contribui para que ela fosse melhor é você que está lendo, são as pessoas com as quais ela teve a sorte de partilhar momentos incríveis e grandes descobertas.

O Lado B da Solenta

Mônica Malheiros

Formada em Psicologia pela UNESP-Assis, sempre acreditou  na arte e no humor como facilitadores nos processos de aprendizagem. Trabalha desde os 5 anos de idade. Alimentava galinhas na granja de seu pai, vendia pintinhos, patinhos e alface, dava aulas de reforço escolar, pintava camisetas, fazia chinelos de crochê, bordava alpargatas, foi garçonete, assistente de fotografia e vendeu assinatura de revistas. Quando virou gente grande e teve que sobreviver com mais que poucos trocados, trabalhou como atriz, diretora de teatro e arte educadora. Até concurso público está na sua lista de realizações, trabalhou por três anos como produtora cultural no Memorial da América Latina (os piores anos de sua vida). Há vinte anos descobriu sua vocação principal, ser palhaça. A partir daí não parou mais de acreditar no seu sonho de um mundo cada vez melhor. Desde 2007 se juntou à Nina na PoP e juntas desandaram a criar inúmeras formas de propiciar às pessoas experiências e práticas que as levem além.